sábado, 14 de abril de 2007

A "Tarde das Garrafadas" e outras...

Conheço muitas histórias sobre o "Nhô Chico", pois ainda muito pequeno era levado por meu pai para assistir aos jogos da Francana (estou falando do início da década de 1950). Com dois ou três anos eu já frequentava o "Nhô Chico", assim como outros campos de futebol da cidade.

Lá no "Nhô Chico" eu vi jogando Telê Santana (ponta do Guarani), Canhoteiro (do São Paulo, melhor ponta-esquerda da história do futebol brasileiro), Jair da Rosa Pinto (então no luminense, mas que jogou em vários outros clubes e na seleção brasileira).

Vi também os antigos craques (mesmo!) da Francana, como Tonho Rosa e Luizinho Rosa. Aliás, eles e alguns outros começaram a jogar futebol em um time que meu pai tinha no final da década de 1940, o Piratininga. Também jogava lá o Eca, lateral-esquerdo que atuou por muito tempo na Francana e que foi o técnico do time da Feiticeira quando ela subiu para a Divisão Especial, em
1977.

Vi muita coisa no "Nhô Chico". Inclusive, brigas históricas, como a "Tarde das Garrafadas", que machucou muita gente, até crianças. Foi num jogo entre Francana e Batatais. Nós nos "refugiamos" na Pracinha do Cemitério.

Com o tempo eu conto mais coisas.

José Eduardo David

Um comentário:

Alexandre disse...

A Francana, de fato, tem uma história e tanto!